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terça-feira, 19 de julho de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011



O que Mr. Obama traz em sua bagagem?
Publicado em 16-Mar-2011
Propostas comerciais precisam sair do discurso para a prática...

Image
Barack Obama
Como vocês sabem, pelo acompanhamento diário do noticiário, neste sábado o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (Partido Democrata), chegará ao Brasil em sua 1ª visita ao país desde que foi empossado dia 20 de janeiro de 2009.

Com esta viagem o presidente norte-americano tem como objetivo principal abrir mercados para a indústria dos EUA em nosso país, como afirma a excelente reportagem da Carta Capital nesta semana (vejam) - aliás, a melhor de todas as matérias sobre a visita, já que as dos jornais estão com muito oba-oba.

O próprio presidente Obama afirma que quer aumentar o comércio entre EUA e Brasil, e as relações comerciais, principalmente, nas áreas de tecnologia, meio ambiente, energia e petróleo. E o Globo, em artigo do Merval Pereira, antecipa hoje que o 1º mandatário norte-americano quer fechar um importante acordo de antecipação de compra do petróleo do pré-sal para diversificar seus fornecedores de petróleo.

Fica a questão: e as contrapartidas?

Sim, porque dados do nosso Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgados às vésperas desta visita, informam que o país de Obama, o mais tradicional parceiro comercial brasileiro, perde espaço a cada década e a cada ano para a China que já se tornou o principal destino das nossas exportações.

Vejam: na década de 90, os chineses representavam apenas 1,8% dos cerca de US$ 482 bi exportados pelo nosso país; 10 anos depois, nesta 1ª década do milênio, esse volume chinês saltou para 8,3% - cerca de US$ 1,13 trilhão.

Já os norte-americanos apresentaram movimento contrário: em 1990 eram os responsáveis pela compra de 20,35% de tudo o que vendíamos e hoje essa proporção caiu para 16% (leiam, também, o post abaixo "Por que caem as compras dos EUA no Brasil").

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Posse do Zeca Dirceu





Eu jose Valter Sampaio,entregando projeto da APAE  de Nova Londrina
para secretaria do Zeca Dirceu.

 José Dirceu  e José Valter Sampaio.






segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Zeca Dirceu

Reforma tributária precisa desonerar setor produtivo
 
Zeca Dirceu
 
Os parlamentares que vão assumir seus mandatos a partir
de 1° de fevereiro
no Congresso Nacional terão um sem número de tarefas 
à cumprir nos próximos
quatro anos e uma das prioridades, sem dúvida,
será a reforma tributária.
        
A questão ganhou consenso dentro e fora dos governos,
entre os partidos,
governadores, prefeitos, deputados e senadores.
Também já foi
exaustivamente debatida na sociedade e tem
que trazer no seu bojo, a
desoneração dos setores produtivos. Essa é a premissa 
que deve nortear os
trabalhos pela reforma.
 
A presidenta Dilma Roussef se mostra muito
disposta e já tratou do tema na
primeira reunião que teve com os ministros Guido Mantega (Fazenda),
Fernando Pimentel (Desenvolvimento),
Miriam Belchior (Planejamento) e
Antônio Palocci (Casa Civil).
 
O presidente da Câmara dos Deputados, Marcos Maia
(PT-RS), candidato à
reeleição, também a coloca como prioridade na legislatura que
começa em
fevereiro. Os mesmos ventos sopram a favor no Senado Federal.
Reforma
Tributária, portanto, é consenso e urgente.
 
Uma reforma para valer, no entanto, deve trazer
medidas como a unificação
do ICMS, a redução de impostos sobre investimentos e 
desoneração da folha
de pagamento, fundamentais para os tempos do pleno emprego,
do crescimento
de 5% do PIB e dos salários dos trabalhadores, 
e para o país que almeja a
quinta economia do mundo na década.
 
São as mudanças que todos esperam ver aprovadas pelo
Congresso Nacional.
São importantes e as constatei na condição de pequeno empresário,
de 1995 a
2000, na minha cidade, em Cruzeiro do Oeste; como
prefeito no contato
diário com agricultores, comerciantes e empresários;
e durante a campanha
eleitoral, quando visitei empresas, sindicatos e cooperativas por todo o
Paraná.
 
Mais que incentivos, os setores produtivos esperam
a desburocratização e
simplificação do sistema fiscal, menos alíquotas de
impostos e maior
unificação nas regras federais e estaduais. Na exportação,
por exemplo, são
mais de 100 formulários e mil questões a preencher para 16 órgãos
administrativos.
 
Os empresários do Paraná, reunidos na federação das
indústrias e nas
cooperativas agroindustriais, defendem a redução
e redistribuição da carga
tributária, diminuição do número de
tributos e contribuições, a implantação
do IVA Federal, substituindo o IPI, ICMS,
ISS, PIS e o Confins. A reforma
tributária, para eles, deve contemplar a desoneração 
de investimentos e das
exportações.
 
Para os empresários, a reorganização
do sistema fiscal pode criar fontes
para um novo modelo de financiamento de longo prazo,
o que vai contribuir
de forma significativa para a sustentação do
crescimento na próxima década.
 
Nas conversas que tive com representantes das cooperativas
agrícolas fiquei
convencido que desonerar os setores produtivos passa
a ser uma necessidade
premente para garantir a competitividade
dos produtos e serviços nacionais,
não só na disputa dos mercados externos, mas, também, no
abastecimento do
mercado interno frente às importações.
 
Além disso, uma reforma bem planejada 
poderá proporcionar aos estados os
recursos que ainda não estão disponíveis
para a realização de obras, tão
necessárias quanto urgentes, de infraestrutura e logística.
Ao mesmo tempo,
abre perspectivas para de planos regionais de
desenvolvimento articulados
entre o Estado, iniciativa privada e outros
setores interessados da
sociedade.
 
Todos são unânimes também na defesa que o novo
projeto fiscal deve
contemplar ainda um setor forte de fiscalização
já que a sonegação é uma
forma de concorrência desleal e predatória.
 
Em suma, a reforma tributária deve tornar
o sistema de arrecadação mais
simples e, ao mesmo tempo, mais fácil de ser entendido por todos.
E a favor
está o fato de que todos os setores da sociedade
estão mais maduros para
aceitar um bom projeto nessa direção.
 
E o Paraná, no meu entender, tem que estar atento
e articulado para que os
principais segmentos do estado possam participar
e contribuir na construção
desta reforma. O mesmo vale aos municípios para
as questões relativas à
divisão dos tributos na federação.
 
 
Zeca Dirceu, 32 anos, deputado federal pelo
PT do Paraná
 
 
www.zecadirceu.com.br
www.twitter.com/zeca-dirceu
zecadirceu@hotmail.com
 
 

Posse zeca Dirceu

sábado, 27 de novembro de 2010

encontro de lideranças em loanda pr.









III encontro de lideranças para o desenvolvimento regional. "A união de esforços para o crescimento do extremo Noroeste  PR"
“A Família não nasce pronta; constrói-se aos poucos, e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, pode-se experimentar com profundidade a grande aventura de amar sem medo. A família pode ser o ambiente mais apropriado para uma maravilhosa experiência de amor”.



sábado, 13 de novembro de 2010

DIARIO DO NOROESTE.COM







DEPUTADO ELEITO
Zeca Dirceu anuncia seleção de obras do PAC2 no Paraná

Zeca Dirceu acompanhou prefeitos em audiências nos ministérios quando presidente da AMP Foto: Divulgação

O deputado federal eleito Zeca Dirceu (PT-PR) divulgou, quarta-feira, a primeira seleção de obras dos municípios paranaenses que serão incluídas na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento - o PAC 2.

São 60 municípios atendidos com obras nos mais diversos setores, principalmente obras de infraestrutura e pavimentação. “Muitas destas obras são resultado direto da articulação que fizemos com dezenas de municípios junto ao ministro das Cidades, Márcio Fortes”, afirma Zeca Dirceu.

Entre 2009 e 2010, quando ocupou a vice-presidência da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Zeca Dirceu acompanhou prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e secretários municipais em audiências nos ministérios, em Brasília. E agora, com mandato de deputado federal, Zeca Dirceu adiantou que o empenho será bem maior no apoio às prefeituras e ao Governo do Estado para captação de recursos e investimentos federais.

“Hoje (quarta-feira) mesmo, estou em Brasília em audiências nos ministérios e mantendo contatos para viabilizar recursos para outras cidades do Paraná. Esta relação divulgada é apenas a primeira de muitas seleções que ainda vão ocorrer para as obras do PAC-2. O meu trabalho é buscar recursos e contemplar as cidades que mais necessitam de investimentos federais”, disse.

OBRAS - A seleção é apenas o primeiro passo para que as cidades se habilitem a receber obras do PAC-2. A partir de agora, as prefeituras precisam apresentar os projetos para análise e aprovação do governo federal. Vencida a fase burocrática, os projetos que forem aprovados entram em processo de licitação e realização da obra.

Na primeira lista, que contempla os municípios do chamado Grupo 3 (com população até 50 mil habitantes), estão selecionadas seis cidades. Em Assis Chateaubriand está prevista a pavimentação asfáltica, incluindo drenagem pluvial, passeio, acessibilidade e plantio de grama. O valor pleiteado no cadastro foi de R$ 7,9 milhões.

Em Candói a obra prevista é a pavimentação asfáltica do Distrito de Paz, com valor de cadastro de R$ 1,23 milhão. Em Goioerê está selecionada a pavimentação asfáltica com galerias pluviais, sem valor informado. E em Nova Londrina está prevista a pavimentação no valor de R$ 3,4 milhões.

Em Palotina está selecionada a pavimentação e recuperação asfáltica, qualificação de vias arteriais, coletoras e locais exclusivos de pedestres. E por fim, em Roncador, a obra selecionada para o PAC-2 é a pavimentação asfáltica e construção de galerias pluviais.

Também integram a lista de selecionados para o PAC-2 no Paraná os seguintes municípios: Ampére, Andirá, Antonina, Arapoti, Assaí, Bandeirantes, Centenário do Sul, Faxinal, Guaraniaçu, Imbituva, Inácio Martins, Ipiranga, Ivaí, Jaguariaíva, Mandaguaçu, Matelândia, Medianeira, Nova Esperança, Palmeira, Paraíso do Norte, Pontal do Paraná, Ribeirão Claro, Ribeirão do Pinhal, Santa Mariana, São João e Siqueira Campos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Agora é a hora de Dilma





Se levados em conta apenas os votos válidos, a petista aparece com 56%, enquanto Serra tem 44% no Ibope

São Paulo - A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, aumentou a vantagem sobre seu adversário na disputa eleitoral, José Serra (PSDB). Pesquisa Ibope divulgada ontem e encomendada pelo jornal "O Estado de S.Paulo" e pela Rede Globo mostra a petista com 51% das intenções de voto e o tucano com 40%. Na primeira mostra do Ibope no segundo turno, divulgada no dia 13, Dilma tinha 49% e Serra figurava com 43%. A diferença entre os dois candidatos, portanto, foi de 6 para 11 pontos porcentuais.

De acordo com a pesquisa, o total de votos brancos e nulos somou 5% e o dos eleitores que não sabem ou não responderam em quem vão votar ficou em 4%. Se levados em conta apenas os votos válidos, Dilma aparece agora com 56%, enquanto Serra tem 44% - uma diferença de 12 pontos porcentuais.

A pesquisa Ibope foi realizada entre os dias 18 e 20 de outubro e ouviu 3.010 eleitores. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o protocolo número 36.476/2010.

Sensus

Já a pesquisa Sensus divulgada na noite de ontem pelo site da Confederação Nacional do Transporte (CNT), que encomendou o levantamento, indica a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com 52,8% dos votos válidos e o candidato do PSDB, José Serra, com 47,2%. Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos.

Pelo critério de votos totais (que incluem brancos, nulos e indecisos), Dilma tem 46,8% e Serra, 41,8%. Brancos e nulos são 4,1%, segundo o instituto Sensus. Os que não sabem em quem votar e os que não responderam somam 7,2%.

A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou menos.

O instituto fez 2 mil entrevistas nos dias 18 e 19 de outubro em 136 municípios de 24 estados. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo 36.192/2010.

O índice de rejeição de Dilma permaneceu estável, com 35,2%. Na edição anterior da CNT/Sensus, o percentual de eleitores que não votaria na candidata era de 35,4%. Já para Serra, o indicador variou para cima, e passou de 37,5% no levantamento anterior para 39,8% na análise atual.

A pesquisa mostra que 50,1% dos entrevistados elegeram a propaganda de Serra como a melhor campanha. Outros 49,9% avaliaram a publicidade petista como a melhor, independente da opção de voto. A pesquisa mostra, ainda, que 54,7% acompanham as propostas dos candidatos pela televisão.

sábado, 16 de outubro de 2010

/SERRA-ODEIA-NORDESTE-

Reproduzo artigo de Carlos Alberto Saraiva, publicado no Blog de Saraiva: Se a Justiça no Brasil fosse mais rápida para políticos, José Serra (PSDB) já poderia estar ao lado de Joaquim Roriz e impedido de candidatar-se pela lei da ficha suja.
Serra tem 17 processos declarados à Justiça Eleitoral, de acordo com as certidões que ele mesmo apresentou (a contragosto, por imposição da lei, senão a candidatura fica impugnada).
Entre os processos, pelo menos três são por corrupção (improbidade administrativa).
O maior dos escândalos de corrupção envolvendo José Serra, e que o levou ao banco dos réus, foi sobre o PROER, com rombo nos cofres públicos de R$ 3 bilhões beneficiando o Banco Econômico, e de R$ 1,7 bilhões para o Banco Bamerindus ser comprado pelo HSBC.
O processo 2003.34.00.039140-7 corre na Justiça Federal do DF, e demonstra que José Serra, junto a outros tucanos do governo FHC, descumpriram as leis e as normas do próprio PROER, ao injetar bilhões do dinheiro público que foi para o ralo, em instituições que não poderiam receber socorro, e teriam que ser liquidadas.
Já houve uma decisão da juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, aceitando que houve dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos no caso.
É a ante-sala para José Serra entrar na lista dos fichas sujas, caso se confirme uma condenação por juízes, em colegiado.
O demo-tucano também responde processos por crimes de imprensa, calúnia e injúria.
Blog do Miro.